Decisões da árbitra no Choque-Rei geram debate nas redes após vitória que levou o Palmeiras à final do Paulista
A classificação do Palmeiras para a final do Campeonato Paulista de 2026 foi acompanhada de forte debate sobre arbitragem. A vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo no clássico conhecido como Choque-Rei, ficou marcada por dois lances envolvendo marcações — e não marcações — de pênalti da árbitra Daiane Muniz.
O primeiro episódio ocorreu ainda na etapa inicial, quando jogadores do São Paulo reclamaram de um possível toque de braço de Gustavo Gómez dentro da área após cruzamento. A árbitra mandou o jogo seguir e o VAR não recomendou revisão.
Já no segundo tempo, Daiane assinalou pênalti após Marlon Freitas atingir o rosto de Bobadilla com o braço. A decisão inflamou as redes sociais, onde parte dos torcedores apontou suposta “compensação” pelo lance anterior.
Debate nas redes e pressão sobre a arbitragem
No X (antigo Twitter), o tema rapidamente entrou entre os assuntos mais comentados da noite. Torcedores das duas equipes divergiram sobre os critérios adotados nos dois lances.
Enquanto são-paulinos questionaram a não marcação inicial, palmeirenses criticaram o pênalti assinalado na segunda jogada. Especialistas em arbitragem também se dividiram quanto à interpretação dos lances, sobretudo em relação à intencionalidade e à posição do braço.
Apesar da polêmica, o resultado foi mantido, e o Palmeiras confirmou vaga na decisão contra o Grêmio Novorizontino.
A atuação da arbitragem volta a colocar em debate a aplicação dos critérios do VAR em jogos decisivos, especialmente em clássicos estaduais, onde a pressão é ampliada dentro e fora de campo.
Por: Bruno José