Músico galês de 63 anos estava internado em UTI após cirurgia e deixa legado marcante no heavy metal
O mundo do rock amanheceu de luto com a morte do guitarrista Phil Campbell, conhecido internacionalmente por sua longa trajetória na banda Motörhead. O músico tinha 63 anos e enfrentava problemas de saúde após passar por uma cirurgia complexa.
Em comunicado divulgado nas redes sociais, a família confirmou que Campbell — cujo nome completo era Philip Anthony Campbell — morreu de forma tranquila enquanto estava internado em uma unidade de terapia intensiva. No texto, os familiares destacaram não apenas a carreira musical, mas também o lado humano do artista.
“Phil era um marido dedicado, um pai maravilhoso e um avô orgulhoso e amoroso”, diz a nota. A família também pediu respeito à privacidade durante este momento de luto.
Nascido no País de Gales, Campbell ganhou projeção mundial em 1984, quando passou a integrar o Motörhead, banda liderada pelo lendário Lemmy Kilmister. Ao longo de mais de três décadas no grupo, o guitarrista participou de álbuns importantes e de turnês internacionais que ajudaram a consolidar o estilo pesado e direto da banda.
Durante esse período, Campbell se tornou uma das figuras mais reconhecidas do heavy metal, contribuindo para o som característico que influenciou gerações de músicos e fãs do gênero.
Após o encerramento das atividades do Motörhead, em 2015, o guitarrista continuou ativo na música. Ele formou o grupo Phil Campbell and the Bastard Sons ao lado dos filhos Todd, Tyla e Dane. O projeto lançou álbuns e realizou turnês pelo mundo, mantendo viva a energia do rock que marcou sua carreira.
Por: Lucas Reis