Cinco personagens estão sob investigação após a morte da poderosa empresária. Cada um tem motivos — e segredos — que podem mudar tudo
O público está em suspense com o novo mistério que tomou conta de Vale Tudo: quem matou Odete Roitman (Debora Bloch)? A icônica vilã, conhecida por sua frieza e ambição, foi assassinada no capítulo exibido nesta segunda-feira (6), e a repercussão foi imediata.
A empresária, à frente de um império no setor aéreo, acumulava inimigos por todos os lados — inclusive dentro de casa. Após revisar as imagens de segurança do hotel onde ela estava hospedada, a polícia chegou a cinco principais suspeitos: César, Celina, Heleninha, Maria de Fátima e Marco Aurélio.
A seguir, os depoimentos revelam versões que misturam mágoa, ressentimento e defesa:
Marco Aurélio Catanhede (Alexandre Nero)
“Eu posso dizer, por experiência própria, que a família Roitman é bem complicada. São quase 20 anos como vice-presidente e agora CEO da TCA. Eu e Helena fomos casados, e a gente tem um filho, Thiago. Mas eu não sou um assassino.”
Celina Junqueira (Malu Galli)
“A gente sempre teve uma relação muito próxima. Eu criei os filhos dela, praticamente. E minha irmã nunca foi uma pessoa fácil. Mas a nossa relação piorou mesmo quando eu descobri que Leonardo, meu sobrinho, está vivo. Mas cometer um assassinato? Nunca faria isso.”
Helena Roitman (Paolla Oliveira)
“Minha relação com a minha mãe era a pior possível. Mas eu também não sou fácil. Eu sou uma alcoolista em recuperação e estava há meses sem beber, até que eu descobri que o meu irmão está vivo. O Leonardo. Eu podia até querer que minha mãe morresse. Mas aí matar uma pessoa? Não, nunca.”
Maria de Fátima Acioli (Bella Campos)
“Fui casada por quase dois anos com o filho da Odete, o Afonso. Eu sempre tive uma ótima relação com ela. Acho que mesmo nos momentos mais difíceis – quando ela se casou com o meu namorado, quando eu descobri que Leonardo estava vivo -, a gente sempre chegou num acordo. Para mim, Odete sempre foi e sempre será uma inspiração. Eu nunca conseguiria atirar nela.”
César Ribeiro (Cauã Reymond)
“Eu estava casado com a Odete há pouco tempo, só que o nosso lance foi amor à primeira vista. Mas as pessoas são muito preconceituosas. […] Eu só sei que eu vou sentir muita falta dela e de muita coisa que a gente viveu. Acontece que como eu sou herdeiro de 50% de tudo que era da minha falecida esposa, tem muita gente achando que fui eu, mas eu sou inocente.”
Com tantas versões e motivações diferentes, o público tenta adivinhar quem é o verdadeiro autor do crime.
O mistério que atravessou gerações ganha uma nova leitura — e promete abalar o coração dos telespectadores nos próximos capítulos.
Por: Redação via gshow
Foto: Reprodução/TV Globo