Animais estavam magros, presos por correntes curtas e sem abrigo adequado em propriedade rural
Um homem de 49 anos foi preso suspeito de maus-tratos contra animais na zona rural de Santo Antônio do Aventureiro, município localizado na Zona da Mata de Minas Gerais. A prisão ocorreu após denúncias sobre a situação de três cães mantidos em condições consideradas degradantes.
De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais, os animais estavam presos por correntes muito curtas, sem acesso a abrigo adequado contra sol ou chuva. Além disso, os cães apresentavam sinais visíveis de desnutrição e um deles possuía um ferimento aparente.
A ocorrência foi registrada em uma propriedade localizada no povoado de Alto da Conceição, na área rural do município. Ao chegarem ao local, os policiais constataram as condições precárias em que os animais eram mantidos.
Animais estavam debilitados
Segundo a corporação, os três cães estavam magros e demonstravam sinais claros de abandono. A situação chamou a atenção dos agentes, que avaliaram que os animais estavam expostos a sofrimento prolongado.
Após a constatação do crime, o tutor recebeu voz de prisão e foi conduzido para os procedimentos legais. Antes de ser encaminhado à delegacia, o homem passou por atendimento médico.
Casos de maus-tratos contra animais são considerados crime no Brasil e podem resultar em pena de prisão, além de multa.
Animais receberam cuidados emergenciais
Após o resgate, a Prefeitura de Santo Antônio do Aventureiro foi acionada para acompanhar a situação e providenciar avaliação veterinária.
Enquanto o atendimento oficial era organizado, um morador da região assumiu temporariamente os cuidados com os cães. Ele retirou as correntes, forneceu água e alimentação e ajudou a estabilizar a condição dos animais.
A prefeitura deve acompanhar o caso e definir os próximos passos para garantir a recuperação e proteção dos cães.
A polícia reforça que denúncias de maus-tratos podem ser feitas de forma anônima e são fundamentais para evitar situações de violência contra animais.
Por: Genivaldo Coimbra