Sister ignorou orientações da produção, perdeu estalecas e voltou a infringir normas do reality.
A participante Milena voltou a ser advertida pela produção do Big Brother Brasil 26 na madrugada desta quarta-feira (18), após descumprir regras do programa mesmo diante de alertas anteriores sobre risco de expulsão.
A sequência de advertências começou quando a sister foi questionada por Samira sobre “arrumar o Big Fone”. Ao manipular o equipamento, Milena recebeu uma punição imediata, com perda de 50 estalecas.
Na sequência, ao retornar para dentro da casa, a participante foi novamente penalizada com a mesma quantia. Inconformada, reagiu: “Eu não fiz nada! Eu só entrei! Produção, o que é isso?”.
Punições em sequência
O episódio continuou quando Alberto Cowboy ironizou a situação. Em resposta, Milena provocou deliberadamente outra punição ao falar sem o uso do microfone, o que resultou em nova perda de estalecas.
De acordo com as regras do programa, punições propositais são consideradas infrações graves e podem levar à eliminação direta do participante.
Histórico de advertências
A situação ganha ainda mais relevância por conta de um episódio ocorrido em fevereiro, quando Milena e Ana Paula Renault causaram penalizações coletivas que colocaram toda a casa no “Tá com Nada”.
Na ocasião, ambas foram advertidas pela produção sobre a possibilidade de expulsão em caso de reincidência.
Conversa no confessionário
Segundo relato da própria participante, em conversa com Juliano Floss, a produção deixou claro que novas infrações intencionais poderiam resultar em eliminação.
“[A produção] falou para a gente tomar cuidado”, disse Ana Paula. Já Milena afirmou: “Se eu tiver uma próxima, conscientemente comer no VIP ou não quiser fazer o Raio-X ou me negar a fazer qualquer coisa, eu estou fora”.
A sister ainda reforçou o aviso recebido: “Eu estou fora, tá? Ele falou mesmo: ‘Isso é caso de eliminação'”.
Mesmo diante dos alertas, a participante voltou a desrespeitar as regras, o que pode gerar novas consequências dentro do jogo.
Por: Lucas Reis