Justin Baldoni processa Blake Lively e Ryan Reynolds
Evan Agostini/Invision/AP
Um juiz rejeitou 10 das 13 acusações do processo movido pela atriz Blake Lively contra seu diretor e colega de filme em “É assim que acaba” (2024), Justin Baldoni, nesta quinta-feira (2). Entre elas estavam denúncias por assédio, difamação e conspiração.
As três que sobraram — quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação — seguem agora para julgamento, que está previsto para maio.
Protagonista do filme sobre violência doméstica, Lively acusa Baldoni de assédio sexual e de fazer comentários impróprios sobre sua aparência e peso durante as gravações.
Ela também afirma que ele contratou um grupo de profissionais para manchar sua reputação e prejudicar a credibilidade de suas acusações.
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Já Baldoni — que interpretou o marido abusivo, além de dirigir e produzir o filme — diz que a atriz exagerou nas denúncias para aumentar seu poder sobre a produção.
Com o tempo, ele também moveu processos contra Lively e contra o jornal “New York Times”, que publicou uma reportagem sobre as acusações. Ambas as ações foram rejeitadas pela Justiça americana.
Apesar dos problemas nos bastidores, “É assim que acaba” foi um grande sucesso de bilheteria, com uma arrecadação de cerca de US$ 350 milhões ao redor do mundo.
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Processo Judicial: Novo Capítulo
Na última quinta-feira, um juiz decidiu sobre uma série de acusações em um caso envolvendo a atriz Blake Lively e seu colega de trabalho, Justin Baldoni. Das treze queixa apresentadas, dez foram rejeitadas, incluindo alegações de assédio, difamação e conspiração. Com isso, restam apenas três acusações em andamento: quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação.
Contexto do Conflito
Blake Lively, conhecida por seu papel em “É assim que acaba”, um filme que aborda a violência doméstica, alega ter sido alvo de assédio sexual por parte de Baldoni durante as gravações. Ela critica comentários depreciativos sobre sua aparência e peso, destacando que o diretor teria recomendado a contratação de profissionais para difamar sua imagem e desacreditar suas alegações.
Defesa de Baldoni
Por outro lado, Justin Baldoni, que não apenas atuou como o parceiro abusivo na tela, mas também dirigiu e produziu o filme, rebate as acusações. Ele sugere que as denúncias de Lively são exageradas, interpretando-as como uma estratégia para aumentar seu controle sobre a produção. Além disso, Baldoni também ajuizou processos contra Lively e contra o “New York Times”, que publicou reportagens sobre as alegações, mas ambas as ações foram desconsideradas pela Justiça.
Impacto e Desdobramentos
O desenrolar dessa situação é complexo e pode ter implicações significativas para os envolvidos. A sequência do julgamento está marcada para maio e a expectativa é alta. Enquanto isso, o filme “É assim que acaba” se consolidou como um grande sucesso nas bilheteiras, arrecadando cerca de US$ 350 milhões globalmente, independentemente dos tumultos enfrentados nos bastidores.
Reações e Opiniões
Esse caso gerou um forte debate sobre assédio na indústria cinematográfica e as nuances do poder que existem nas relações entre diretores e atores. Enquanto muitos apoiam Lively, outros questionam a credibilidade das acusações. A polarização das opiniões nos meios de comunicação reflete a força desse tema na sociedade atual.
O Que Esperar a Seguir?
À medida que o julgamento se aproxima, todas as atenções estarão voltadas para os fatos que virão à tona. Resta saber como isso influenciará a carreira de ambos os artistas e o impacto nas futuras produções sobre temáticas semelhantes. O público, sem dúvida, aguarda ansioso por mais desdobramentos dessa história.
