Assista ao trailer de ‘As deep as the grave’
Val Kilmer, ator que morreu em 2025 aos 65 anos, foi recriado totalmente por inteligência artificial para participar do filme “As deep as the grave” — mesmo sem ter gravado nenhuma cena para a produção, que ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (15). Assista ao vídeo acima.
O americano morreu por causa de uma pneumonia, anos depois de passar por um tratamento contra um câncer na garganta, em 2014.
Ele tinha sido escalado como um padre no filme, um personagem desenvolvido com base em sua ancestralidade indígena, mas estava doente demais para as gravações. Para a recriação com uso de inteligência artificial, a produção contou com a ajuda da filha do ator, Mercedes.
No trailer, divulgado em uma conferência para exibidores do cinema americano, Kilmer é retratado com diferentes idades, desde um idoso de cabelos brancos ao jovem galã do início da carreira.
O uso da tecnologia é visto com receio dentro da indústria, mas os produtores afirmam que ela foi empregada por necessidade e por causa de um desejo profundo de ter o ator no filme, segundo a revista “Variety”.
Eles dizem que o projeto atende às regras do Sindicato dos Atores de Hollywood e que pagaram para a família do ator, que forneceu material de arquivo para que pudessem usar na criação da atuação.
“Ele sempre olhou para tecnologias emergentes com otimismo como uma ferramenta para expandir as possibilidades das narrativas”, afirmou Mercedes Kilmer. “Esse espírito é algo que nós todos estamos honrando com este filme específico, do qual ele foi uma parte integral.”
Val Kilmer é recriado por IA em trailer de ‘As Deep as the Grave’
Reprodução/YouTube/FirstLineFilms
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Val Kilmer retorna por meio da inteligência artificial
Val Kilmer, um ícone do cinema, é reimaginado por inteligência artificial em seu último papel no filme “As Deep as the Grave”, permitindo que o ator participe do projeto mesmo após seu falecimento em 2025, aos 65 anos. O trailer do filme foi divulgado recentemente, despertando emoções e curiosidade entre os fãs e a indústria cinematográfica.
A vida e a luta de Kilmer
O ator americano faleceu por complicações relacionadas a uma pneumonia, um efeito colateral de anos de tratamento contra um câncer de garganta, enfrentado em 2014. Inicialmente, Kilmer estava escalado para interpretar um padre, um personagem que reflete sua herança indígena. Infelizmente, sua condição de saúde dificultou a participação nas gravações.
Recriação digital com ajuda da família
Para dar vida ao personagem, a equipe de produção utilizou tecnologia de ponta, contando com a colaboração de Mercedes, filha de Kilmer. Ela forneceu materiais e informações essenciais para que a recriação fosse o mais fiel possível. O uso desta tecnologia, embora controverso, foi visto como uma necessidade para honrar o legado do ator.
Um retrato de várias fases da vida
O trailer mostra Kilmer em diferentes fases da vida, variando de um idoso de cabelos brancos a um jovem galã. Essa demonstração não apenas celebra sua carreira, mas também provoca reflexões sobre o impacto da tecnologia na arte e na narrativa cinematográfica.
Reação da indústria cinematográfica
O uso da inteligência artificial para recriar Kilmer levanta questões sobre ética e direitos dos atores, mas os produtores garantem que todas as diretrizes do Sindicato dos Atores de Hollywood foram seguidas. A compensação financeira à família do ator e o respeito ao seu legado foram pontos fundamentais ao longo de todo o processo.
Um legado de inovação
Mercedes Kilmer comentou que seu pai sempre teve uma visão positiva sobre novas tecnologias, acreditando que poderiam expandir as narrativas. Ela destacou que “esse espírito é algo que todos estamos honrando com este filme, do qual ele foi uma parte integral”. Esse projeto não é apenas um tributo ao ator, mas também uma maneira de explorar até onde a tecnologia pode nos levar na criação de histórias.
Expectativas para o futuro
O filme “As Deep as the Grave” promete não apenas emocionar os fãs de Val Kilmer, mas também gerar debates sobre o papel da tecnologia no cinema. Ao misturar o passado com o presente, o filme nos convida a refletir sobre como reimaginamos nossos ídolos e a forma como a tecnologia está moldando o futuro da sétima arte.
