Conflito entre Deputados Agita Assembleia Legislativa de Goiás
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) se tornou o palco de um embate tenso entre os deputados Amauri Ribeiro e Major Araújo, culminando em uma análise formal pelo Conselho de Ética. O presidente da Alego, Bruno Peixoto, fez esse anúncio em sessão ordinária realizada na última quarta-feira, 14. As tensões aumentaram drasticamente, chegando a troca de ofensas e ameaças durante uma sessão, o que chamou a atenção tanto de políticos quanto do público.
Medidas Após o Incidente
Bruno Peixoto informou que as denúncias relacionadas ao conflito já foram encaminhadas para o Conselho de Ética, que deverá investigar as condutas dos parlamentares envolvidos. O presidente ressaltou que essa instância é a mais adequada para avaliar qualquer desvio de comportamento praticado pelos deputados. A intenção é garantir a integridade e o respeito dentro do espaço legislativo, um espaço que deve ser de debate e não de agressões.
Regras Mais Rigorosas na Assembleia
Como resposta à crescente desordem, Peixoto destacou que endurecerá a condução das sessões, advertindo que palavrões e desrespeito não serão tolerados. Ele referiu-se ao Regimento Interno da Assembleia e afirmou que poderá interromper pronunciamentos e até cassar a palavra de parlamentares que repetirem esses comportamentos. “Insultos na tribuna não serão aceitos”, declarou Peixoto de forma incisiva.
Raiz do Conflito Entre os Deputados
O clima hostil entre Amauri Ribeiro e Major Araújo intensificou-se em uma discussão relacionada a divisões internas do PL merecendo ainda mais atenção. O desentendimento, que envolveu críticas ao senador Wilder Morais, resultou em um ponto crítico onde ambos os parlamentares chegaram a se desafiar para um confronto físico. Essa situação alarmante foram contidas por assessores e seguranças presentes.
Pedido de Porte de Arma
Após a turbulenta sessão, Major Araújo fez um requerimento inusitado: autorização para portar uma arma de fogo durante as sessões plenárias. Contudo, essa solicitação foi prontamente recusada por Bruno Peixoto, evidenciando a seriedade da situação e a inexistência de espaço para a armamentização dentro do plenário da Alego.
Proibição de Armas Continua
Em uma declaração contundente, Peixoto reafirmou que a entrada de parlamentares armados nas sessões continua proibida. “A proibição é absoluta e não será desrespeitada”, afirmou, eliminando qualquer margem para interpretações.
Agilidade nas Denúncias e Punições
Por fim, o presidente da Alego confirmou que está em diálogo com a Corregedoria e o Conselho de Ética para que as investigações sejam rápidas e eficazes. Caso sejam encontradas condutas inadequadas, punições rigorosas podem ser impostas. Esta postura demonstrada por Bruno Peixoto busca restaurar não apenas a ordem, mas a credibilidade na Assembleia Legislativa.
Publicado por Maria Lucia













