Após sofrer virada histórica do Palmeiras por 4 a 0, técnico brasileiro da LDU evita desculpas, mas critica o campo sintético e diz que o rival “não respeitou” o time equatoriano no jogo de ida.
A classificação do Palmeiras à final da Libertadores, com uma virada épica sobre a LDU no Allianz Parque, marcou uma das noites mais intensas do futebol sul-americano. O time paulista, que havia perdido por 3 a 0 no jogo de ida, venceu por 4 a 0 e garantiu vaga na decisão. Para o técnico Tiago Nunes, da equipe equatoriana, o resultado foi consequência direta da força e da competitividade do rival, mas também do desafio de atuar em campo sintético.
“Eu avisei várias vezes sobre a dificuldade de jogar nesse tipo de gramado, que parece um pátio de colégio. É complicado para quem não está acostumado com esse ritmo”, declarou o treinador após a partida.
Apesar das críticas, Nunes reconheceu o mérito do Palmeiras e apontou que o time brasileiro “entrou desligado” em Quito. “No primeiro jogo, acharam que seria fácil. O Abel nem sabia o nome dos nossos atletas”, afirmou.
Após sofrer virada histórica do Palmeiras por 4 a 0, técnico brasileiro da LDU evita desculpas, mas critica o campo sintético e diz que o rival “não respeitou” o time equatoriano no jogo de ida.
O comandante da LDU ainda elogiou a intensidade da equipe alviverde e destacou o zagueiro Gustavo Gómez, “que passa mais tempo na área adversária do que na própria defesa”.
Agora, o time de Quito mira o retorno à Libertadores de 2026, com a meta de repetir o feito de 2008, quando conquistou o título continental sobre o Fluminense.
Por: Bruno José
Foto: Reprodução